Trabalhar nos órgãos que compõem o Bloco 9 do Concurso CNU significa estar na linha de frente do desenvolvimento nacional, enfrentando desafios complexos e contribuindo para soluções que beneficiam milhões de brasileiros. Os cargos do Bloco 9 CNU oferecem não apenas estabilidade e remunerações competitivas, mas também a oportunidade de atuar em áreas de impacto direto no cotidiano da população e na economia do país, com um ambiente de trabalho que incentiva o aprendizado contínuo e a especialização.
Por exemplo, um servidor na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), uma das principais órgãos Bloco 9 CNU, trabalhará para garantir a segurança e a eficiência do transporte aéreo. Suas atribuições podem incluir a fiscalização de aeronaves, o licenciamento de profissionais da aviação, a regulamentação de companhias aéreas e a análise de viabilidade econômica de rotas, contribuindo para que milhões de passageiros voem com segurança e que o setor se desenvolva de forma sustentável e competitiva, balanceando a segurança operacional com a expansão do mercado.
Na Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), o profissional estará envolvido na regulação dos serviços de telefonia, internet e radiodifusão. Ele poderá atuar na elaboração de normas técnicas para a implantação de novas tecnologias (como o 5G), na fiscalização da qualidade dos serviços prestados pelas operadoras ou na resolução de conflitos entre consumidores e empresas, assegurando a universalização do acesso à comunicação e a proteção dos direitos dos usuários.
Um cargo na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) implica em responsabilidades sobre ferrovias, rodovias federais concedidas e transporte rodoviário de passageiros e cargas. As atividades podem variar desde a regulação de tarifas e fiscalização de contratos de concessão de infraestrutura (como pedágios), até a garantia da segurança nas estradas e a promoção de um sistema logístico eficiente, impactando diretamente o escoamento da produção e a mobilidade da população e de mercadorias.
Mesmo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que pode parecer mais distante do tema infraestrutura, possui um forte componente regulatório que se encaixa no Bloco 9. Servidores da ANVISA podem atuar na regulamentação de produtos e serviços relacionados à saúde que utilizam infraestrutura logística e de armazenamento complexa (como vacinas e medicamentos de alta complexidade), garantindo a segurança sanitária de medicamentos, alimentos e cosméticos consumidos pela população, e a conformidade das instalações de produção e distribuição.
A Agência Nacional do Cinema (ANCINE), por sua vez, atua na regulamentação e fomento do setor audiovisual. Um profissional aqui pode estar envolvido na análise de projetos de produção cinematográfica e televisiva, fiscalização da aplicação de recursos públicos e privados, ou na formulação de políticas que impulsionam a produção nacional, fortalecendo a cultura, a indústria criativa e a infraestrutura de exibição e distribuição.
Indo além das entidades mais mencionadas, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) desempenha um papel vital na regulamentação do setor elétrico, desde a geração até a distribuição de energia. Atuar na ANEEL significa contribuir para a segurança do abastecimento energético, a modicidade tarifária (preços justos para o consumidor) e a promoção da competição e da sustentabilidade no setor, lidando com desafios como a integração de energias renováveis e a modernização da rede. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) é responsável pela gestão dos recursos hídricos e pela regulamentação do saneamento, essencial para a saúde pública, o meio ambiente e o desenvolvimento regional, lidando com questões como outorga de uso da água e metas de universalização do saneamento.
Na Agência Nacional de Mineração (ANM), os profissionais trabalham na fiscalização e regulamentação da atividade minerária, garantindo a segurança das operações, a conformidade ambiental e a arrecadação de royalties, um setor estratégico para a economia nacional. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), por sua vez, regula os planos de saúde, um mercado complexo que exige constante fiscalização para proteger os direitos dos consumidores, garantir a qualidade dos serviços e a sustentabilidade do setor. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) é crucial para a infraestrutura portuária e de navegação, regulando portos, hidrovias e o transporte marítimo, essencial para o comércio exterior e a logística interna do país.
Além dessas agências reguladoras, os aprovados no Bloco 9 podem se encontrar em entidades mais amplas, como o Ministério da Economia (ou seus sucessores), que influencia as políticas setoriais e de investimento em infraestrutura através da formulação de políticas macroeconômicas e fiscais. A Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) é relevante para quem atua em empresas estatais que gerenciam infraestrutura (como Eletrobras ou Petrobras), monitorando sua governança, desempenho financeiro e estratégico. Por fim, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) atua para garantir a livre concorrência em todos os setores, incluindo os regulados, evitando monopólios e cartéis que poderiam prejudicar o desenvolvimento, a inovação e os consumidores, sendo fundamental para o dinamismo dos mercados de infraestrutura.
Essas carreiras oferecem a oportunidade de construir um legado profissional significativo, com a capacidade de influenciar políticas públicas e o desenvolvimento de setores fundamentais para o país. É uma chance de aplicar seus conhecimentos em prol do bem-estar coletivo, contribuindo para a eficiência, a inovação e o crescimento sustentável dos setores estratégicos do Brasil.